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Feira posiciona Cerrado como vitrine de soluções para a cafeicultura

Feira começa nesta quarta (4) e reúne cooperados, expositores e tecnologias voltadas ao fortalecimento do cooperativismo

Começa nesta quarta-feira (4), em Monte Carmelo, Minas Gerais, a 11 edição da Feira do Cerrado, promovida pela Cooxupé – Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé. O evento segue até quinta-feira (5), das 8h às 18h, antecipando os preparativos para o período de colheita e reunindo soluções que impactam diretamente a produtividade, a gestão e a sustentabilidade das propriedades rurais produtoras de café na região.

Com o tema “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”, a feira é um dos principais encontros técnicos e de negócios do agronegócio no país, ao conectar produtores, tecnologia, oportunidades de negócios, conhecimento e mercado em uma das regiões mais relevantes da cafeicultura nacional.

A expectativa é receber cerca de cinco mil visitantes ao longo dos dois dias. Ao todo, são mais de 70 expositores, distribuídos em uma área de 50 mil metros quadrados, com 85 estandes e mais de 14 mil produtos cadastrados.  “A Feira do Cerrado é uma ferramenta estratégica para o cooperado. Pensamos o evento para apoiar o produtor de forma prática, reunindo soluções que ajudam a melhorar a gestão da propriedade, aumentar a eficiência e preparar o negócio para o futuro”, afirma Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé.

Região produtora

Voltada aos cooperados da Cooxupé e a profissionais do setor, a Feira do Cerrado acontece em uma região reconhecida internacionalmente pela qualidade do café, pela rastreabilidade e pelas práticas sustentáveis. Responsável por cerca de 12,7% da produção nacional, com média anual de 6 milhões de sacas, segundo a Organização da Região do Cerrado Mineiro, o território é hoje referência em gestão, inovação e competitividade no campo.

 “Ao reunir soluções tecnológicas, condições comerciais diferenciadas e serviços especializados, o evento contribui para o fortalecimento da tomada de decisão dos produtores em um cenário cada vez mais desafiador para a cafeicultura”, explica Osvaldo Bachião Filho, vice-presidente da cooperativa.

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