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Sustentabilidade no campo impulsiona migração para ferramentas a bateria; veja números

O mercado global de ferramentas sem fio deve crescer em 2026 e, no Brasil, o agronegócio impulsiona crescimento

O mercado global de ferramentas elétricas sem fio está em crescimento, com previsão de expansão de 6,85% ao ano, alcançando R$197,3 milhões até 2030, segundo pesquisa feita pela Research and Markets. Na América Latina, que representa 9% do mercado global em 2024, Brasil e México lideram.

Grande parte da demanda nacional vem do agronegócio, que busca soluções que aumentem a mobilidade, eficiência e promovam maior sustentabilidade, como explica Paula Dani, CEO da Milwaukee Brasil, empresa líder no mercado de ferramentas a bateria.

“Nas indústrias de máquinas agrícolas, por exemplo, as ferramentas a bateria elevam a segurança, a produtividade e otimizam o gerenciamento por meio da conectividade com o aplicativo de gestão One-Key”, explica a executiva.

Além disso, no trabalho do campo, o uso de ferramentas a bateria eliminam as movidas à combustão, o que reduz o risco de acidentes e queimadas. Isso sem contar seu alto e constante desempenho, podendo operar o dia inteiro com apenas uma unidade de energia, enquanto modelos de menor qualidade exigem minimamente duas para o mesmo volume de trabalho.

Outro grande diferencial, segundo Paula Dani, é que as ferramentas a bateria reduzem a emissão de gases poluentes, substituindo as tradicionais máquinas a gasolina, escolhidas justamente pelo quesito mobilidade. Também exigem muito menos manutenção, tornando o trabalho mais sustentável e eficiente.

Diversas ferramentas são disponibilizadas no mercado brasileiro voltadas tanto para o trabalho no campo quanto para as agroindústrias. Entre elas estão chaves de impacto, parafusadeiras, cortadoras, motosserras e serras.

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